Publicado por: miguelmansilhas | Março 29, 2009

Futebol

Bem, como apaixonado por futebol, não posso deixar de demontrar a minha profunda tristeza pelo resultado da nossa selecção frente à Suécia. Será que voltamos às vitórias morais?

Publicado por: miguelmansilhas | Março 27, 2009

De volta!

Na verdade tem sido muito complicado axctualizar o meu blog, no entanto prometo a todos os que por cá passaram e os que irão passar que será actualizado diariamente.

Publicado por: miguelmansilhas | Julho 10, 2008

Férias

Meus caros amigos e leitores do meu blog, as férias da universidade permitem-me levar ao extremo a minha preguiçite aguda. Nada me apetece fazer, as colónias com os miúdos do trabalho apenas servem para cada vez mais desejar as férias plenas! Que cheguem depressa, muito depressa…

Publicado por: miguelmansilhas | Julho 10, 2008

Porto vai ter oceanário

A cidade do Porto vai ter um oceanário junto ao Parque da Cidade, que deverá abrir portas até Fevereiro de 2010, anunciou esta quinta-feira Rui Rio.

Em conferência de imprensa, Rui Rio afirmou que este oceanário – “Sea Life Center” -, de menor dimensão do existente em Lisboa, será construído de raiz atrás do café “Bela Cruz” pelo promotor Merlin Entertainments (Sea Life) Limited, com sede em Londres, Inglaterra.

Trata-se de um investimento de cerca de 10 milhões de euros que conta com uma candidatura ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), que permitirá criar “100 postos de trabalho directos”, acrescentou o vereador do Urbanismo, Lino Ferreira.

O oceanário terá cerca de 1300 metros quadrados de área coberta e ficará implementado num total de 4500 metros quadrados de terreno, cabendo ao promotor a construção de uma área de jardins e lagos nesse espaço adjacente ao novo equipamento.

“Terá os mais diversos peixes, incluindo tubarões”, enalteceu Rio, que visitou na Alemanha um “Sea Life Center” em Outubro do ano passado, dando assim início à “negociação para trazer o investimento para a cidade”.

A Câmara leva a reunião do executivo, terça-feira, uma proposta de cedência dos terrenos ao promotor, em direito de superfície, por 30 anos.

Rui Rio salientou que o grupo Merlin, que se dedica à criação e gestão de atracções turísticas como “Legoland Parks”, “Earth Explorer” e “Dungeons”, fica ainda obrigado a disponibilizar à autarquia 2.500 bilhetes por ano.

A ideia é garantir que todos os alunos das escolas do ensino básico geridas pela Câmara tenham a oportunidade de visitar o “Sea Life Center” antes de concluir o 1º ciclo.

Rui Rio referiu que este equipamento terá “uma particular vocação na área da educação” e considerou ser “inegável” a repercussão que terá na economia local.

“Terá um reflexo muito positivo no ânimo dos agentes económicos”, frisou.

O autarca adiantou ainda que a partir de 01 de Janeiro de 2014 a Câmara passará a receber uma renda de 20 mil euros/ano, actualizada à inflação.

“A 01 de Janeiro de 2014 tenho a certeza que não estarei cá”, disse, explicando deixar receita para a autarquia depois do final de um possível terceiro e último mandato à frente da Câmara.

Questionado de esta será a obra emblemática do seu mandato, Rio respondeu: “não ando à procura de obras emblemáticas nem de um estádio com o meu nome. Ando à procura do desenvolvimento harmonioso” da cidade.

O autarca, que se escusou a adiantar se é candidato do PSD nas eleições autárquicas de 2009, referiu que se não for possível estar presente na inauguração do oceanário, ou porque não se recandidatou ou porque perdeu as eleições, “gostava muito de ser convidado”.

Este equipamento enquadra-se ainda no objectivo da autarquia de desenvolver o Porto na área do turismo.

Fonte: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=966764

Ora aqui está uma boa notícia para as gentes do norte

Publicado por: miguelmansilhas | Junho 24, 2008

Inclusão

Inclusão: Para ter viabilidade a Orquestra Geração deve multiplicar-se em rede – responsável da Gulbenkian

A responsável da Fundação Gulbenkian pelo projecto “Orquestra Geração”, inspirada no Sistema Nacional de Orquestras Juvenis e Infantis venezuelano, considerou hoje que a viabilidade da iniciativa passa pela criação de uma rede de orquestras semelhantes, na Área Metropolitana de Lisboa.

A Orquestra Geração é um projecto de inclusão social da Fundação Gulbenkian e da Câmara da Amadora apoiado pela Escola de Música do Conservatório Nacional e pela Fundação EDP que, através do ensino de música, visa apoiar crianças e jovens provenientes de bairros problemáticos.

Em declarações à Lusa, Luísa Sanchez Valle, Directora do Departamento de Saúde e Desenvolvimento Humano da Fundação Calouste Gulbenkian, disse que o projecto Orquestra Geração – que arrancou no final do ano passado – terá maior “sustentabilidade e viabilidade” se se “multiplicar o número de orquestras”.

“O meu sonho é criar uma rede de Orquestras metropolitanas, começando pela Área Metropolitana de Lisboa”, disse Luísa Valle, citando localidades como a Amadora, Sintra e Cascais, que têm alguns dos bairros mais problemáticos do distrito.

Na sua génese, a Orquestra Geração – que está a dar os primeiros passos com 30 jovens na Amadora e outros tantos na Vialonga – surgiu como mais uma componente do Projecto Geração, lançado e apoiado pela Gulbenkian e pela Câmara da Amadora desde 2005.

“Na passagem de 2006 para 2007 falei com a Câmara da Amadora no sentido de inovar o projecto, para manter a dinâmica. Numa conversa entre um representante da autarquia e a Escola de Música do Conservatório Nacional, o director do Conservatório, Wagner Diniz, sugeriu a criação de uma Orquestra”, à semelhança da Orquestra Simón Bolívar da Venezuela, contou à Lusa a mesma responsável.

A Câmara da Amadora e a Gulbenkian estudaram o projecto venezuelano no qual Wagner Diniz se inspirou e a Orquestra “nasceu quase como uma conversa de amigos”.

Tal como na Orquestra Simón Bolívar, que se tornou uma referência a nível mundial, “o objectivo principal não é ensinar a música, mas sim [promover] a inclusão social, o sucesso escolar, o trabalho de grupo e a disciplina”, explicou Luísa Valle.

“Se pelo caminho acontecer alguma coisa com algum deles em termos de música, como projecto de vida, é apenas uma mera ocorrência”, sustentou, frisando que “nesta fase não se procura qualquer espécie de talento” entre os jovens que largam as ruas do bairro para aprender a tocar instrumentos clássicos como o violino e o violoncelo.

Para a responsável, a Orquestra – que tem vindo a ensaiar numa escola da Amadora e na Vialonga- “é uma forma de dar algum sentido à vida destes garotos, introduzindo-lhes algumas referências”.

“O ensino da música, como qualquer actividade em grupo, exige uma grande disciplina e todos têm de trabalhar em conjunto. É algo que faz falta a estes miúdos, muitos deles com famílias desestruturadas ou com pais que se fartam de trabalhar e estão pouco com eles”, justificou.

O sonho de Luísa Valle é o de, tal como na Venezuela, criar uma rede de Orquestras metropolitanas. O Sistema Nacional de Orquestras Juvenis e Infantis da Venezuela integra actualmente 250 mil crianças em mais de 100 orquestras.

Ao longo dos seus 33 anos de existências, o “Sistema” – como é conhecido na Venezuela – já formou “para a música” mais de 400 mil jovens.

A existência de uma rede de orquestras é fundamental, sustentou a responsável, porque “os miudos têm que ter momentos e sítios em que tocam uns com os outros, em que competem e se desafiam entre si”.

Além da Gulbenkian, da Câmara da Amadora e da Escola de Música do Conservatório Nacional, também a Fundação EDP apoia a Orquestra Geração.

A Fundação EDP vai ceder este ano 40 mil euros para a compra dos instrumentos da Orquestra.

“É um apoio prurianual – durante três anos – em que no primeiro ano cedemos 40 mil euros. A parte que coube à Fundação EDP é a garantir que as crianças terão instrumentos”, disse à Lusa Guilherme Collares Pereira, o responsável da instituição para este projecto.

Lusa

Fonte: http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/0d9ef4e0ba49bfd3222baf.html

Esta noticía despertou o meu interesse, tentei investigar sobre esta temática e sei que os donativos desmultiplicaram-se e que a tal rede pretendida pelos pensadores deste projecto está mais proxima. E ainda bem que assim é, um projecto atractivo, de interesse nacional e muito importante, com futura abrangência nacional.

Um bem haja a todos os que fazem este projecto andar.

Publicado por: miguelmansilhas | Junho 19, 2008

Igreja sente falta de capacidade para responder às famílias necessitadas

O porta-voz em exercício da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), Carlos Azevedo, admitiu hoje, em Fátima, que há instituições da Igreja Católica que já não conseguem responder ao crescimento dos pedidos de apoio das famílias.

“Sente-se junto dos centros sociais que há uma procura e sente-se que os centros sociais já não são capazes de responder a tantas solicitações”, afirmou D. Carlos Azevedo no final da assembleia plenária extraordinária da CEP.

Este responsável do episcopado explicou que, perante as situações de pobreza que existem em Portugal, “as dioceses incentivarão e reforçarão as suas instituições para que estejam atentas e respondam às necessidades que o país atravessa e às principais crises financeiras e económicas que algumas famílias suportam neste momento”.

“Sente-se junto dos centros sociais que há uma procura e sente-se que os centros sociais já não são capazes de responder a tantas solicitações”, afirmou Carlos Azevedo, bispo auxiliar de Lisboa, no final da assembleia plenária extraordinária da CEP.

Este responsável do episcopado explicou que, perante as situações de pobreza que existem em Portugal, “as dioceses incentivarão e reforçarão as suas instituições para que estejam atentas e respondam às necessidades que o país atravessa e às principais crises financeiras e económicas que algumas famílias suportam neste momento”.

Questionado sobre se a Igreja Católica já manifestou junto do Governo preocupação face à situação, Carlos Azevedo afirmou que “importam sobretudo as respostas que [a Igreja] pode dar”, sublinhando que “a sociedade também tem respostas a dar e tem obrigação de as dar”.

Para Carlos Azevedo, “a Igreja cumpre o seu papel, que é estar próxima das populações”. “As instituições não se opõem e não andam em despique a ver quem consegue andar mais próximo dos pobres. Trata-se de estar próximo das realidades e quem está próximo das realidades em todo o território nacional tem sido e continua a ser a Igreja Católica”, disse o porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa.

Fonte: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1332885&idCanal=62 retirado a 19 de Julho de 2008

Ora cá está uma noticia curiosa, confesso que não sou grande adepto da religião e da católica inclusive, no entanto peço-vos para cruzarem esta notícia com uma da revista focus em que falava da riqueza gerada pela igreja em Portugal. Depois digam-me algo.

Publicado por: miguelmansilhas | Junho 19, 2008

Violência doméstica com mais queixas

Autor da notícia: Eduarda Ferreira

Baixou só um pouco em 12 anos a violência exercida no meio familiar sobre as mulheres. Apenas houve maior coragem para as queixas. Quatro em cada dez mulheres em Portugal afirmaram-se vítimas ao longo de 2007.

Num ano em que o primeiro trimestre já foi marcado pelo assassínio de 17 mulheres às mãos dos seus maridos, companheiros ou namorados, o segundo inquérito nacional em 12 anos sobre violência doméstica indica que o fenómeno terá abrandado na sua expressão, mas que são mais as vezes em que a vítima recorre a autoridades policiais. Os homens, que também são parte queixosa neste tipo de situações, procuram mais essa solução, enquanto as mulheres ainda reagem na sua maioria através do silêncio.

Desceu cerca de 10%, comparando os anos de 1995 e 2007, o número de portugueses que afirmam ter sido vítimas de violência física, psicológica e sexual. O Inquérito Nacional sobre Violência de Género, iniciativa governamental que, no terreno, foi coordenada pelo sociólogo Manuel Lisboa, dá conta de que, no ano passado, 38,1% de entre as duas mil pessoas ouvidas tinham razões para se sentirem vitimizadas.

No total das vítimas, mais de metade apontaram a violência psicológica como a mais frequente. E esta forma cresceu alguns pontos desde o último inquérito, cifrando-se agora em 65,7% dos casos . Também a violência física aumentou (ocorre em 8,8% dos casos). Apenas a violência sexual ficou com expressão mais reduzida (em dez pontos percentuais, cifrando-se agora em 27,5%.)

Aspecto relevante deste estudo é a constatação de que a maioria das vítimas atribui as agressões a ciúme e sentimento de posse, seguidos da diferença de valores e ainda do conumo de álcool. A técnica do isolamento da vítima é comum à maioria dos casos.

O consumo de álcool, os malentendidos e as diferenças de valores são apontados nos casos de homens vitimizados. Segundo o estudo, 4,2 % dos inquiridos disseram ter sofrido violência física de mulheres e 21,8% referiram violência psicológica. A violência sexual é muito baixa, mais expressa por assédio. O local de vitimação masculina são sobretudo lugares públicos, a rua e local de trabalho, sendo os autores desconhecidos ou colegas. Quando ocorrem no universo familiar surgem na forma de pressões para maior ambição ou como sovas cujos autores são os pais. Os autores do estudo interpretam isto como estando inscrito na vitimação geral ao longo das etapas da vida, bem como na maior exposição dos homens à conflitualidade social.

Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=959665 (retirado em 19 de Junho de 2008

Esta noticía nada me choca, mas quatro em cada dez mulheres serem vitimas de violência é dramático. No campo de intervenção da Educação Social, que diga-se é o que pretendo falar, penso que temos de ser mais abrangentes, ou seja, não limitar a nossa intervenção na vitima mas sim alargar junto do ou da agressora. É uma situação complicada, no entanto, penso que será por ai o caminho para todos juntos podermos diminuir esta dramático número.

Publicado por: miguelmansilhas | Junho 15, 2008

Notícia do Jornal de Notícias (15/06/08)

Projecto social promove criação de empresas em bairro carenciado da Ameixoeira

Autor: Nuno Miguel Ropio

A ex-prostituta criou uma empresa de limpezas, o reformado tornou-se cozinheiro e a jovem africana inventou uma creche. Estes são apenas três dos negócios que surgiram do Lig@te, um projecto social, na Ameixoeira, em Lisboa.

Entrou no mundo das drogas, após a adolescência numa família onde não lhe faltava nada. Daí, foi um passo até vender o corpo para sustentar o vício. Pelo meio, a Segurança Social retirou-lhe um filho, que nunca chegou a ter o nome do pai. Aos 37 anos, Ana Oliveira decidiu tomar as rédeas a esta vida tumultuosa em que se viu metida. O destino acabou por conduzi-la ao bairro social da Ameixoeira, onde foram realojadas as populações carenciadas das Galinheiras, Charneca e Musgueira. Hoje, já na companhia do filho mais velho, com 20 anos e tetraplégico, e de um outros mais novo, de oito anos, Ana tornou-se uma empresária de sucesso. “Organização e Limpeza de Espaços”, lê-se no cartão de visita que entrega ao JN. “Para aqui chegar tive de fazer um longo caminho. Hoje sou empresária da minha própria vida”, garante aquela que é um dos melhores exemplos do Núcleo Empreendedor Lig@te (liga-te), desenvolvido no Centro de Desenvolvimento Comunitário da Ameixoeira e que pretende promover o desenvolvimento económico local através da criação de pequenas empresas e reintegração profissional. Segundo Susana Ferreira, técnica da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa – entidade proprietária daquele espaço que apoia os 3200 habitantes do bairro social -, o Lig@te surgiu em Abril, após uma bem sucedida “Semana de Ideias e Negócios da Ameixoeira”, onde cerca de 300 pessoas puderam mostrar os seus projectos empresariais. “Nem todos poderiam resultar mas só o facto de se tratarem de projectos de uma freguesia marcada pela exclusão, havia a necessidade de dar o passo seguinte”, explica. Gestão fiscal ou valorização da imagem pessoal são apenas algumas das aulas ministradas por diversos empresários da capital, que solidariamente se juntaram ao núcleo, que conta ainda com o apoio da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE), da Junta de Freguesia da Ameixoeira e Fundação Aga Khan. “O lig@te parte de um contexto socio-económico desfavorecido, sendo de destacar ainda as elevadas taxas de desemprego registadas na Ameixoeira, mas também a falta de investimento no tecido económico local”, adiantou, ao JN, Armindo Monteiro, presidente da ANJE.

Fonte: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=958070 retirado a 18/06/2008

Esta é uma notícia que muito me agradou ler, na realidade, o projecto lig@te tem os seus âmbito de intervenção perfeitamente clarificados, e visam promover e apoiar a criação de micro-iniciativas económicas, de emprego, auto-emprego e criação de negócios, promover o acesso à informação sobre oportunidades de formação, emprego, negócio; promover acções de sensibilização e formação em empreendedorismo. O facto de dar oportunidade de pessoas cuja vida sofreu contratempos imensos é sem algo que me apraz imenso, e prometo voltar a falar sobre este nucleo empreendedor.

Publicado por: miguelmansilhas | Junho 11, 2008

E tudo tem um começo…

jklhgouh

Este blog é é uma criação de Miguel Mansilhas (eu, lol).

A ideia deste blog é apresentar conteudos sobre variadissimas temáticas, mas com particular incidência para temáticas relacionadas com a Educação Social, visto ser aluno deste fantástico curso na mui nobre Escola Superior de Educação do Porto.

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