Bem, como apaixonado por futebol, não posso deixar de demontrar a minha profunda tristeza pelo resultado da nossa selecção frente à Suécia. Será que voltamos às vitórias morais?
De volta!
Na verdade tem sido muito complicado axctualizar o meu blog, no entanto prometo a todos os que por cá passaram e os que irão passar que será actualizado diariamente.
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Férias
Meus caros amigos e leitores do meu blog, as férias da universidade permitem-me levar ao extremo a minha preguiçite aguda. Nada me apetece fazer, as colónias com os miúdos do trabalho apenas servem para cada vez mais desejar as férias plenas! Que cheguem depressa, muito depressa…
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Porto vai ter oceanário
A cidade do Porto vai ter um oceanário junto ao Parque da Cidade, que deverá abrir portas até Fevereiro de 2010, anunciou esta quinta-feira Rui Rio.
Em conferência de imprensa, Rui Rio afirmou que este oceanário – “Sea Life Center” -, de menor dimensão do existente em Lisboa, será construído de raiz atrás do café “Bela Cruz” pelo promotor Merlin Entertainments (Sea Life) Limited, com sede em Londres, Inglaterra.
Trata-se de um investimento de cerca de 10 milhões de euros que conta com uma candidatura ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), que permitirá criar “100 postos de trabalho directos”, acrescentou o vereador do Urbanismo, Lino Ferreira.
O oceanário terá cerca de 1300 metros quadrados de área coberta e ficará implementado num total de 4500 metros quadrados de terreno, cabendo ao promotor a construção de uma área de jardins e lagos nesse espaço adjacente ao novo equipamento.
“Terá os mais diversos peixes, incluindo tubarões”, enalteceu Rio, que visitou na Alemanha um “Sea Life Center” em Outubro do ano passado, dando assim início à “negociação para trazer o investimento para a cidade”.
A Câmara leva a reunião do executivo, terça-feira, uma proposta de cedência dos terrenos ao promotor, em direito de superfície, por 30 anos.
Rui Rio salientou que o grupo Merlin, que se dedica à criação e gestão de atracções turísticas como “Legoland Parks”, “Earth Explorer” e “Dungeons”, fica ainda obrigado a disponibilizar à autarquia 2.500 bilhetes por ano.
A ideia é garantir que todos os alunos das escolas do ensino básico geridas pela Câmara tenham a oportunidade de visitar o “Sea Life Center” antes de concluir o 1º ciclo.
Rui Rio referiu que este equipamento terá “uma particular vocação na área da educação” e considerou ser “inegável” a repercussão que terá na economia local.
“Terá um reflexo muito positivo no ânimo dos agentes económicos”, frisou.
O autarca adiantou ainda que a partir de 01 de Janeiro de 2014 a Câmara passará a receber uma renda de 20 mil euros/ano, actualizada à inflação.
“A 01 de Janeiro de 2014 tenho a certeza que não estarei cá”, disse, explicando deixar receita para a autarquia depois do final de um possível terceiro e último mandato à frente da Câmara.
Questionado de esta será a obra emblemática do seu mandato, Rio respondeu: “não ando à procura de obras emblemáticas nem de um estádio com o meu nome. Ando à procura do desenvolvimento harmonioso” da cidade.
O autarca, que se escusou a adiantar se é candidato do PSD nas eleições autárquicas de 2009, referiu que se não for possível estar presente na inauguração do oceanário, ou porque não se recandidatou ou porque perdeu as eleições, “gostava muito de ser convidado”.
Este equipamento enquadra-se ainda no objectivo da autarquia de desenvolver o Porto na área do turismo.
Fonte: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=966764
Ora aqui está uma boa notícia para as gentes do norte
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Inclusão
Igreja sente falta de capacidade para responder às famílias necessitadas
O porta-voz em exercício da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), Carlos Azevedo, admitiu hoje, em Fátima, que há instituições da Igreja Católica que já não conseguem responder ao crescimento dos pedidos de apoio das famílias.
“Sente-se junto dos centros sociais que há uma procura e sente-se que os centros sociais já não são capazes de responder a tantas solicitações”, afirmou D. Carlos Azevedo no final da assembleia plenária extraordinária da CEP.
Este responsável do episcopado explicou que, perante as situações de pobreza que existem em Portugal, “as dioceses incentivarão e reforçarão as suas instituições para que estejam atentas e respondam às necessidades que o país atravessa e às principais crises financeiras e económicas que algumas famílias suportam neste momento”.
“Sente-se junto dos centros sociais que há uma procura e sente-se que os centros sociais já não são capazes de responder a tantas solicitações”, afirmou Carlos Azevedo, bispo auxiliar de Lisboa, no final da assembleia plenária extraordinária da CEP.
Este responsável do episcopado explicou que, perante as situações de pobreza que existem em Portugal, “as dioceses incentivarão e reforçarão as suas instituições para que estejam atentas e respondam às necessidades que o país atravessa e às principais crises financeiras e económicas que algumas famílias suportam neste momento”.
Questionado sobre se a Igreja Católica já manifestou junto do Governo preocupação face à situação, Carlos Azevedo afirmou que “importam sobretudo as respostas que [a Igreja] pode dar”, sublinhando que “a sociedade também tem respostas a dar e tem obrigação de as dar”.
Para Carlos Azevedo, “a Igreja cumpre o seu papel, que é estar próxima das populações”. “As instituições não se opõem e não andam em despique a ver quem consegue andar mais próximo dos pobres. Trata-se de estar próximo das realidades e quem está próximo das realidades em todo o território nacional tem sido e continua a ser a Igreja Católica”, disse o porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa.
Fonte: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1332885&idCanal=62 retirado a 19 de Julho de 2008
Ora cá está uma noticia curiosa, confesso que não sou grande adepto da religião e da católica inclusive, no entanto peço-vos para cruzarem esta notícia com uma da revista focus em que falava da riqueza gerada pela igreja em Portugal. Depois digam-me algo.
Violência doméstica com mais queixas
Autor da notícia: Eduarda Ferreira
Baixou só um pouco em 12 anos a violência exercida no meio familiar sobre as mulheres. Apenas houve maior coragem para as queixas. Quatro em cada dez mulheres em Portugal afirmaram-se vítimas ao longo de 2007.
Num ano em que o primeiro trimestre já foi marcado pelo assassínio de 17 mulheres às mãos dos seus maridos, companheiros ou namorados, o segundo inquérito nacional em 12 anos sobre violência doméstica indica que o fenómeno terá abrandado na sua expressão, mas que são mais as vezes em que a vítima recorre a autoridades policiais. Os homens, que também são parte queixosa neste tipo de situações, procuram mais essa solução, enquanto as mulheres ainda reagem na sua maioria através do silêncio.
Desceu cerca de 10%, comparando os anos de 1995 e 2007, o número de portugueses que afirmam ter sido vítimas de violência física, psicológica e sexual. O Inquérito Nacional sobre Violência de Género, iniciativa governamental que, no terreno, foi coordenada pelo sociólogo Manuel Lisboa, dá conta de que, no ano passado, 38,1% de entre as duas mil pessoas ouvidas tinham razões para se sentirem vitimizadas.
No total das vítimas, mais de metade apontaram a violência psicológica como a mais frequente. E esta forma cresceu alguns pontos desde o último inquérito, cifrando-se agora em 65,7% dos casos . Também a violência física aumentou (ocorre em 8,8% dos casos). Apenas a violência sexual ficou com expressão mais reduzida (em dez pontos percentuais, cifrando-se agora em 27,5%.)
Aspecto relevante deste estudo é a constatação de que a maioria das vítimas atribui as agressões a ciúme e sentimento de posse, seguidos da diferença de valores e ainda do conumo de álcool. A técnica do isolamento da vítima é comum à maioria dos casos.
O consumo de álcool, os malentendidos e as diferenças de valores são apontados nos casos de homens vitimizados. Segundo o estudo, 4,2 % dos inquiridos disseram ter sofrido violência física de mulheres e 21,8% referiram violência psicológica. A violência sexual é muito baixa, mais expressa por assédio. O local de vitimação masculina são sobretudo lugares públicos, a rua e local de trabalho, sendo os autores desconhecidos ou colegas. Quando ocorrem no universo familiar surgem na forma de pressões para maior ambição ou como sovas cujos autores são os pais. Os autores do estudo interpretam isto como estando inscrito na vitimação geral ao longo das etapas da vida, bem como na maior exposição dos homens à conflitualidade social.
Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=959665 (retirado em 19 de Junho de 2008
Esta noticía nada me choca, mas quatro em cada dez mulheres serem vitimas de violência é dramático. No campo de intervenção da Educação Social, que diga-se é o que pretendo falar, penso que temos de ser mais abrangentes, ou seja, não limitar a nossa intervenção na vitima mas sim alargar junto do ou da agressora. É uma situação complicada, no entanto, penso que será por ai o caminho para todos juntos podermos diminuir esta dramático número.
Publicado em Sociedade